O esquerdismo e sua falta de compreensão da conjuntura
atual.
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O partido dos trabalhadores quando de sua fundação em 1980 tinha que se
firmar como partido líder de um bloco de vários partidos do campo popular e
inclusive combatendo vícios ainda remanescentes do populismo.
O PT inicia sua jornada em um cenário hegemonizado
pela política neoliberal, que cooptava os partidos de centro. Nesse cenário a
Direita neoliberal consegue cooptar partidos sociais democratas como o PSDB e
PMDB. Nesse cenário o PDT partido herdeiro do Populismo Getulista era outro
obstáculo.
Na disputa para liderar o bloco popular o PT alçou
enfrentamentos muito duros contra o PDT e o PMDB, que na ocasião eram
adversários táticos do PT.
Finalmente o PT é o grande partido de esquerda do Brasil
e um dos maiores partidos de esquerda do mundo.
A resolução do PT Nacional sobre coligações
municipais coloca o PMDB como uma das alianças estratégicas nesse novo cenário.
O porquê disso?
O PMDB cada
vez mais é um partido a ser disputado, que se não for puxando para um bloco de
esquerda será entregue gratuitamente para a Direita. Esse é o centro da tática
do PT nacional.
Aqui no RS o PMDB já se encontra coligado com várias
prefeituras governadas pelo PT, em algumas cidades inclusive o próprio PT está
ele coligado com o PMDB.
O PMDB de Sapucaia tem uma trajetória política muito
recente, em 1996 o grande adversário do PT era o Walmir Martins que estava do PDT,
em 1998 o WM sai do PDT e vai para o
PMDB, com esse movimento o PT fez um movimento de aproximação com o PDT. Hoje a
mesma turma agora capitaneada pelo MM saiu do PMDB e filiaram-se no PSDB/DEMO.
Não podemos esquecer que o PMDB que está hoje no
cenário foi o mesmo PMDB que caçou MM e os Vereadores fantasmas.
A
governabilidade.
No início de 2009 nos deparamos com a ameaça de
isolamento do PT na Câmara de Vereadores. Naquele momento o Ver. Sidnei
Bittencourt articulava para compor uma mesa da Câmara com PMDB/DEMO/PSL, foi
com a composição com o PMDB que se conseguiu derrotar as intenções do Sidnei
Bittencourt, eleger outra mesa e construir uma governabilidade existente até o
dia de hoje.
Uma aliança hoje com o PMDB significa um maior
adensamento do eleitorado na majoritária e a garantia prévia de composição de
maioria no parlamento municipal, hoje e no próximo mandato.
Aumentada a probabilidade de reeleição de nosso
projeto de governo, sobram-nos maiores recursos para serem investidos na nossa
campanha proporcional. O que nesse novo cenário passa a ser uma prioridade.
Ainda nesse cenário é muito importante garantir que o
PDT faça parte da nossa aliança. O PDT possui ainda no imaginário de muitos
trabalhadores um saldo como partido que defende os Trabalhadores. O PDT
compondo conosco potencializa em muito nossas chances de vitória em 2012.
Outro elemento importante de análise é que MM e seu
grupo terão palanque nessa campanha, ficando muito claro as posições políticas
em disputa na cidade.
Um discurso esquerdista simplista de contrariedade a
uma composição com o PMDB é não entender os elementos conjunturais desse
cenário.
Para reflexão trago aos camaradas o capítulo V de um texto
do camarada Vladimir Ilyitch Uliánov,
no texto o camarada rechaça a postura dos esquerdistas que se auto-isolam em
uma política esquerdista. Vale a pena ler.
Nelson Che
V - O comunismo "de esquerda"
na Alemanha. Chefes, Partido, Classe, Massas.
Vladimir Ilyitch Uliánov
Os
comunistas alemães, de quem vamos falar agora, não se chamam de
"esquerdistas", mas de "oposição de princípio", se não me
engano. Mas, pelo que se segue, pode-se ver que têm todos os sintomas da
"doença infantil do esquerdismo".
O
folheto intitulado Cisão no Partido Comunista da Alemanha (Liga dos Espartaquistas),
que reflete o ponto de vista dessa oposição e que foi editado pelo "Grupo
local de Francfort-sobre-o-Meno", expõe com grande evidência, exatidão,
clareza e concisão a essência dos pontos de vista dessa oposição. Algumas
citações serão suficientes para mostrar aos leitores essa essência:
"0
Partido Comunista é o partido da luta de classes mais decidida..."
"...
Do ponto de vista político, esse período de transição [entre o capitalismo e o
socialismo] é o período da ditadura do proletariado..."
"...
Surge a seguinte pergunta: quem deve exercer a ditadura: o Partido Comunista ou
a classe proletária? Por princípio, devemos tender para a ditadura do Partido
Comunista ou para a ditadura da classe proletária?"...
(Os
itálicos são do original).
Mais
adiante, o autor do folheto acusa o Comité Central do Partido Comunista da
Alemanha de procurar uma coligação com o Partido Social-democrata Independente
da Alemanha, de ter levantado "a questão do reconhecimento, em princípio,
de todos os meios políticos" de luta, entre eles o parlamentarismo,
somente para ocultar suas verdadeiras e principais intenções de coligar-se com
os independentes. E o folheto continua:
"A
oposição escolheu outro caminho. Defende o critério de que a questão da
hegemonia do Partido Comunista e de sua ditadura nada mais é que uma questão de
tática. Em todo caso, a hegemonia do Partido Comunista é a última forma de toda
hegemonia de partido. Por principio, deve-se tender para a ditadura da classe
proletária. E todas as medidas do Partido, sua organização, suas formas de
luta, sua estratégia e sua tática devem orientar-se, para esse objetivo. De
acordo com isso é preciso rejeitar do modo mais categórico todo compromisso com
os demais partidos, todo retorno aos métodos parlamentares de luta, que já
caducaram histórica e politicamente, toda política de manobra e conciliação. Os
métodos especificamente proletários de luta revolucionária devem ser
ressaltados com energia. E, para abarcar os mais amplos setores e camadas
proletários, que devem incorporar-se à luta revolucionária sob a direção do
Partido Comunista, é preciso criar novas formas de organização, sobre a mais
ampla base e com os mais amplos limites. Esse lugar de agrupamento de todos os
elementos revolucionários é a União Operária, construída sobre a base das
organizações de fábrica. Nela devem unir-se todos os operários fiéis ao lema:
Fora dos Sindicatos! É nela que se forma o proletariado militante nas mais
amplas fileiras combativas. Para ser admitido basta reconhecer a luta de classes,
o sistema dos Soviets e a ditadura. Toda a educação política posterior das
massas militantes e sua orientação política na luta é missão do Partido
Comunista, que se encontra fora da União Operária..."
"
... Por conseguinte, há agora dois partidos comunistas frente frente:
Um,
é o partido dos chefes, que trata de organizar e dirigir a luta revolucionária
de cima, aceitando os compromissos e o parlamentarismo com a finalidade de
criar situações que permitam a esses chefes participar de um governo de coalizão,
em cujas mãos esteja a ditadura.
O
outro, é o partido das massas, que espera o ascenso da luta revolucionária de
baixo, que conhece e aplica nessa luta um único método que leva firmemente ao
objetivo traçado, rejeitando todos os processos parlamentares e oportunistas;
esse método único é a derrubada incondicional da burguesia para depois
implantar a ditadura de classe do proletariado, com a finalidade de instaurar o
socialismo..."
"...
De um lado, a ditadura dos chefes; de outro, a ditadura das massas! Essa é a
nossa palavra de ordem".
Tais
são as teses fundamentais que caracterizam o ponto de vista da oposição no
Partido Comunista Alemão.
Todo
bolchevique que tenha participado conscientemente do desenvolvimento do
bolchevismo desde 1903, ou que o tenha observado de perto, não poderá deixar de
exclamar imediatamente, depois de haver lido tais opiniões: "Que velharias
conhecidas! Que infantilidades de "esquerda"!".
Examinemos,
porém, mais de perto essas opiniões.
O
simples fato de perguntar "ditadura do Partido ou ditadura da
classe?" - "ditadura (partido) dos chefes ou ditadura (partido) das
massas?" demonstra a mais incrível e irremediável confusão de idéias. Há
pessoas que se esforçam para inventar alguma coisa inteiramente original e que,
no seu afã de sabedoria, não conseguem senão cair no ridículo. Todos sabem que
as massas se dividem em classes, que só é possível opor as massas às classes
num sentido; opondo-se uma esmagadora maioria (sem dividi-la de acordo com as
posições ocupadas no regime social da produção) a categorias que ocupam uma
posição especial nesse regime; que as classes são, geralmente e na maioria dos
casos (pelo menos nos países civilizados modernos), dirigidas por partidos
políticos; que os partidos políticos são dirigidos, via de regra, por grupos
mais ou menos estáveis, integrados pelas pessoas mais prestigiosas, influentes
o sagazes, eleitas para os cargos de maior responsabilidade e chamadas de
chefes. Tudo isso é o ABC, tudo isso é simples e claro. Que necessidade havia de
trocar isso por tais confusões, por essa espécie de volapuk(1) ? Essas pessoas
se desnortearam, pelo visto, caindo numa situação difícil, em virtude da rápida
sucessão da vida legal e ilegal do Partido, que altera as relações comuns,
normais e simples entre os chefes, os partidos e as classes. Na Alemanha, como
nos demais países europeus, as pessoas estão excessivamente habituadas com a
legalidade, a eleição livre e regular dos "chefes" pelos congressos
ordinários dos partidos, a comprovação cômoda da composição de classe desses
últimos através das eleições parlamentares, dos comícios, imprensa, estado de
espírito dos sindicatos e outras organizações, etc. Quando, em virtude da
marcha impetuosa da revolução e do desenvolvimento da guerra civil, foi preciso
passar dessa rotina para a sucessão da legalidade e da ilegalidade e sua
combinação, para métodos "pouco cômodos", "não, democráticos', a
fim de designar, formar ou conservar os "grupos de
dirigentes',
essas pessoas perderam a cabeça e começaram a inventar um monstruoso absurdo.
Ao que parece, os "tribunistas" holandeses[10], que tiveram o azar de
nascer num país pequeno, com uma tradição e condições de situação legal
particularmente privilegiada e estável, e que nunca assistiram à sucessão das situações
legais e ilegais, desorientaram-se e perderam a cabeça, favorecendo invenções
absurdas.
Por
outro lado, salta aos olhos o uso impensado e ilógico de algumas palavras
"da moda" em nossa época sobre "a massa" e "os
chefes". Essas pessoas ouviram muitos ataques contra "os chefes"
e os sabe de cor, ouviram como se os contrapunha à "massa", mas não
souberam raciocinar sobre o significado de tudo isso e ver as coisas com
clareza.
No
fim da guerra imperialista e depois dela, manifestou-se em todos os países com
singular vigor e evidência o divórcio entre "os chefes" e "a
massa". A causa fundamental desse fenômeno foi explicada muitas vezes por
Marx e Engels, de 1852 a
1892, usando o exemplo da Inglaterra. A situação monopolista, desse país
originou o nascimento de uma "aristocracia operária" oportunista,
semi-pequeno-burguesa, saída da "massa". Os chefes dessa aristocracia
operaria passavam-se frequentemente para o campo da burguesia, que os
sustentava direta ou indiretamente. Marx foi alvo do ódio, que lhe honra, desses
canalhas, por havê-los, qualificado publicamente de traidores. O imperialismo
moderno (do século XX) criou uma situação privilegiada, monopolista, para
alguns países avançados, e, nesse terreno, surgiu em toda parte, dentro da II
Internacional, esse tipo de chefes traidores, oportunistas, social-chovinistas,
que defendem os interesses de sua corporação, de seu reduzido grupo de
aristocracia operária. Esses partidos oportunistas afastaram-se das
"massas", isto é, dos setores mais amplos de trabalhadores, de sua
maioria, dos operários pior remunerados. A vitória do proletariado
revolucionário torna-se impossível sem a luta contra esse mal, sem o
desmascaramento, a desmoralização e a expulsão dos chefes oportunistas
social-traidores; essa política, exatamente, foi a aplicada pela III
Internacional.
Mas,
com tal pretexto, chegar a contrapor, em termos gerais, a ditadura das massas à
ditadura dos chefes é um absurdo ridículo, uma tolice. O mais engraçado é que,
de fato, em lugar dos antigos chefes que se limitavam a idéias comuns sobre as
coisas simples, destacam-se (dissimulados pela palavra de ordem "abaixo os
chefes") chefes novos, que dizem supremos disparates e asneiras. Tais são,
na Alemanha, Lauffenberg, Wolfweim, Horner[11], Karl Schroeder, Friedrich
Wendell e Karl Erler (*2). As tentativas desse último para
"aprofundar" a questão e proclamar, de modo geral, a inutilidade e o
"caráter burguês" dos partidos políticos representam verdadeiras
colunas de Hércules da estupidez, deixando qualquer um estupefato. Como é certo
que de um pequeno erro se pode fazer sempre um monstruosamente grande, caso se
persista nele, caso se o aprofunde para justificá-lo, caso se tente
"levá-lo às últimas consequências"!
Negar
a necessidade do Partido e da disciplina partidária: eis o resultado a que
chegou a oposição. E isso equivale a desarmar completamente o proletariado, em
proveito da burguesia. Equivale precisamente à dispersão, instabilidade,
incapacidade de de dominar-se para unir-se e atuar de modo organizado, defeitos
tipicamente pequeno-burgueses, que, se formos indulgentes com eles, causam
inevitavelmente a ruína. de todo movimento revolucionário do proletariado.
Negar a necessidade do Partido, do ponto-de-vista do comunismo, é dar um salto
das vésperas da derrocada do capitalismo (na Alemanha) não até a fase inferior
ou média do comunismo, mas até a sua fase
superior.
Na Rússia (depois de mais de dois anos da derrubada da burguesia) ainda estamos
dando os primeiros passos na transição do capitalismo para o socialismo, ou
fase inferior do comunismo. As classes continuam existindo e existirão durante
anos em toda parte, depois da conquista do Poder pelo proletariado. É possível
que na Inglaterra, onde não há camponeses (apesar de haver pequenos patrões)
esse prazo seja mais curto. Suprimir as classes significa não só expulsar os
latifundiários e os capitalistas - isso nós fizemos com relativa facilidade -
como também suprimir os pequenos produtores de mercadorias; estes, porém, não
se pode expulsar, não se pode esmagar; é preciso conviver com eles, e só se
pode (e deve) transformá-los, reeducá-los, mediante um trabalho de organização
muito longo, lento e prudente. Esses pequenos produtores cercam o proletariado
por todos os lados de uma atmosfera pequeno-burguesa, embebem-no nela,
corrompem-no com ela, provocam constantemente no seio do proletariado recaídas
de frouxidão, dispersividade e individualismo pequeno-burgueses, de oscilações
entre entusiasmo e abatimento. Para fazer frente a isso, para permitir que o
proletariado exerça acertada, eficaz e vitoriosamente sua função organizadora
(que é sua função principal), são necessárias uma centralização e uma
disciplina severíssimas no partido político do proletariado. A ditadura do
proletariado é uma luta tenaz, cruenta e incruenta, violenta e pacífica,
militar e econômica, pedagógica e administrativa, contra as forças e as
tradições da antiga sociedade. A força do hábito de milhões e dezenas de
milhões de homens é a força mais terrível. Sem partido férreo e temperado na luta,
sem um partido que goze da confiança de tudo que exista de honrado dentro da
classe, sem um partido que saiba tomar o pulso do estado de espírito das massas
e influir nele é impossível levar a cabo com êxito essa luta. É mil vezes mais
fácil vencer a grande burguesia centralizada que "vencer" milhões e
milhões de pequenos patrões, os quais, com seu trabalho, invisível, de
corrupção, trabalho intangível, diário, obtêm os mesmos resultados de que a
burguesia necessita, que determinam a restauração da burguesia. Quem concorre
para enfraquecer, por pouco que seja, a disciplina férrea do Partido do
proletariado (principalmente na época de sua ditadura) ajuda, na realidade, a
burguesia contra o proletariado.
Em
paralelo com a questão dos chefes, do partido, da classe e das massas, é
preciso exprimir a dos sindicatos "reacionários". Mas, antes, a fim
de facilitar a compreensão da conclusão, tomarei a liberdade de fazer algumas
observações baseadas na experiência de nosso Partido. Nele, sempre houve ataques
contra a "ditadura dos chefes". Que eu lembre, a primeira vez foi em
1895, quando nosso Partido ainda não existia formalmente, mas já começava a se
constituir em Petersburgo o grupo central que iria encarregar-se da direção dos
grupos distritais. No IX Congresso de nosso Partido (abril de 1920) houve uma
pequena oposição que também se pronunciou contra a "ditadura dos
chefes", a "oligarquia", etc. Não há, portanto, nada de
surpreendente, nada de novo, nada de alarmante na "doença infantil do
"comunismo de esquerda" entre os alemães. Essa doença manifesta-se
sem perigo e, uma vez curada, chega mesmo a fortalecer o organismo. Por outro
lado, a rápida sucessão do trabalho legal e ilegal, que implica na necessidade
de "ocultar", de envolver com singular segredo o Estado-Maior, os
chefes, originou em nosso país, algumas vezes, fenômenos profundamente
perigoso. O pior deles foi a infiltração no Comitê Central bolchevique, em
1912, de um agente provocador - Malinovski. Este delatou dezenas e dezenas dos
mais abnegados e excelentes camaradas,. causando a sua condenação a trabalhos
forçados e provocando a morte de muitos deles. Se não causou maiores danos foi
porque estabelecêramos adequadamente a correlação entre os trabalhos legal e
ilegal. Para ganhar nossa confiança, Malinovski, como membro do Comitê Central
do Partido e deputado à
Duma,
teve de ajudar-nos a organizar a publicação de diários legais que, inclusive
sob o czarismo, souberam lutar contra o oportunismo dos mencheviques e
difundir, com os disfarces necessários, os princípios fundamentais do
bolchevismo. Com uma das mãos, Malinovski enviava para a prisão e para a morte
dezenas e dezenas dos melhores combatentes do bolchevismo; com a outra via-se
obrigado a contribuir para a educação de .dezenas e dezenas de milhares de
novos bolcheviques, através da imprensa legal. Sobre este fato deveriam
refletir cuidadosamente os camaradas alemães (e também os ingleses, americanos,
franceses e italianos) que tem diante de si a tarefa de aprender a realizar um
trabalho revolucionário nos sindicatos "reacionários"(*3). Em muitos
países, até nos mais adiantados, a burguesia infiltra e continuará infiltrando,
sem a menor dúvida, provocadores nos Partidos Comunistas. Um dos meios de lutar
contra esse perigo consiste em saber combinar acertadamente o trabalho ilegal
com o legal.

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