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Sapucaia do Sul, RS, Brazil
Militante do Partido dos Trabalhadores desde 1993, membro do Diretório Municipal de Sapucaia do Sul desde 1995, Ocupou o Cargo de Diretor Geral de Relações Comunitárias na Administração Popular do PT de Sapucaia do Sul de 2009 a 2016 responsável pelo Orçamento Participativo. Ocupou cargo na Executiva do PT Secretário de Comunicação de 2007 a 2009. Criou o Jornal dos Trabalhadores, o Informativo Militante e o semanário Informes PT. De 2005 a 2007 foi Secretário de Organização período em que funcionaram 13 regionais do PT de Sapucaia e as setoriais de Juventude, Mulheres, Sindical, Educação, Comunitária. Militante da CMP e do Movimento Comunitário. Também foi Assessor nos mandatos do Vereador Bilião, da Vereadora Iara Bernardo e do Vereador Vilmar Ballin. No mandato do Vereador Ballin foi Assessor de Comunicação por dois anos e de relações comunitárias por um ano. Nelson Che também é militante do Movimento pela Reforma Política. Defende o Voto em lista fechada, a fidelidade Partidária, Fim do função revisora do Senado Federal, igualdade nos votos em todos os Estados para Deputados Federais.

sábado, 28 de maio de 2016

IBOPE da Dilma subiu



Dilma melhora seu Ibope


Por Mauricio Dias

Uma pesquisa inédita do instituto de pesquisa indica que, após o afastamento, a presidenta recupera parte do apoio perdido, embora mantenha um elevado índice de rejeição

A expectativa política no Brasil de hoje está ancorada na resposta para a seguinte pergunta: a presidenta Dilma voltará ao poder, ou não voltará, após sofrer um “golpe de Estado suave”, para usar a sublime avaliação sobre o tema feita recentemente pelo papa Francisco?

Não há milagre capaz de sustentar com segurança uma das duas respostas possíveis a essa indagação: não e sim. Nesta ordem. Em princípio, tudo parecia perdido para Dilma, assim como parecia certo para Temer, ganhar a oportunidade de completar o restante do mandato iniciado em 2015.

Antes mesmo de tropeços na ineficiência administrativa do governo provisório e das revelações escandalosas saídas das entranhas do PMDB, surgiu uma mudança importante no comportamento do eleitor favorável à presidenta afastada.

Não é indício. É fato revelado por pesquisa inédita do Ibope, realizada após a consumação do golpe.

“Dilma passou de 18% para 33% de confiança”, diz Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, em econômica revelação dos resultados da pesquisa feita em meados de maio. Não foi feita avaliação do governo interino.

Dilma teve crescimento de 15% comparado com números de duas outras pesquisas anteriores. A primeira, já divulgada, realizada em março, entre os dias 17 e 20, e a segunda, em meados de abril, de 14 a 18 (tabela). Esta última inédita.

As duas mostraram certa estabilidade no porcentual de confiança, mas ainda mantinham extremo o grau de desconfiança dos eleitores. Foram realizadas antes dos resultados da votação de admissibilidade do afastamento de Dilma na Câmara e no Senado.

Números da terceira pesquisa, de maio, indicam um impacto forte nos índices “confia”, para cima, e “não confia”, para baixo. A queda da desconfiança é expressiva. Caiu de 76% para 65%. Percentuais ainda preocupantes. Projeta, porém, tendência de queda.

O resultado surpreende. Dilma, tudo indica, está em processo de recuperação política. A velocidade do caminho será ditada pelo possível fracasso do governo provisório de Temer.

Montenegro tem algumas explicações. Ele sabe, no entanto, que o Brasil não está diante de um fenômeno e alerta para um “erro” cometido pela mídia. Ela punha o foco na baixa avaliação do governo. Destacavam o “bom e ótimo” que desceu a 8%. Quase no fundo do poço. Deixava de lado, no entanto, o porcentual da resposta “Regular”.

“Existe o regular positivo. Não se deu atenção a isso. Muita gente veio do regular”, diz Montenegro. Um erro politicamente premeditado. Inserido perfeitamente no contexto do golpe.

Montenegro medita sobre a relação do grupo de eleitores “criados” pela solidariedade à Dilma. “Ainda não sei em que proporção”, admite. Resta agora aguardar as próximas pesquisas. Elas podem inquietar alguns senadores.

Carta Capital.

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