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Sapucaia do Sul, RS, Brazil
Militante do Partido dos Trabalhadores desde 1993, membro do Diretório Municipal de Sapucaia do Sul desde 1995, Ocupou o Cargo de Diretor Geral de Relações Comunitárias na Administração Popular do PT de Sapucaia do Sul de 2009 a 2016 responsável pelo Orçamento Participativo. Ocupou cargo na Executiva do PT Secretário de Comunicação de 2007 a 2009. Criou o Jornal dos Trabalhadores, o Informativo Militante e o semanário Informes PT. De 2005 a 2007 foi Secretário de Organização período em que funcionaram 13 regionais do PT de Sapucaia e as setoriais de Juventude, Mulheres, Sindical, Educação, Comunitária. Militante da CMP e do Movimento Comunitário. Também foi Assessor nos mandatos do Vereador Bilião, da Vereadora Iara Bernardo e do Vereador Vilmar Ballin. No mandato do Vereador Ballin foi Assessor de Comunicação por dois anos e de relações comunitárias por um ano. Nelson Che também é militante do Movimento pela Reforma Política. Defende o Voto em lista fechada, a fidelidade Partidária, Fim do função revisora do Senado Federal, igualdade nos votos em todos os Estados para Deputados Federais.

sábado, 2 de julho de 2016

Dilma: Mudar para pior, um desastre que não podemos admitir


1 de julho de 2016 - 17h42 

A presidenta Dilma Rousseff rebateu as declarações do ministro da Fazenda de Temer, Henrique Meirelles, que disse que os gastos com saúde, educação e Previdência, nas últimas décadas, inviabilizaram "controle maior das despesas".

Agência Brasil/Elza Fiuza
             "O governo Temer, do vai e vem, está mostrando a que veio: enquanto extingue direitos de todos, distribui bondades a poucos", afirmou Dilma em sua página no Twitter, depois de alertar que "o Brasil tem o que temer".

             Meirelles disse que nesta sexta (1º/7) que o ritmo de crescimento dos investimentos com saúde, educação e Previdência Social feitos por Dilma "inviabilizaram" um controle maior das despesas nas últimas décadas. "As despesas com educação e saúde são itens que, na prática, junto com Previdência, inviabilizaram um controle maior de despesas nas últimas décadas", disse. 

              A presidenta eleita classificou a declaração de Meirelles como "estapafúrdia" e enfatizou: "Ora, senhor Ministro, foram os gastos com educação e saúde que melhoraram a qualidade de vida da população".

             "Ao contrário do que parece pensar o governo provisório, os gastos com saúde e educação no Brasil são ainda baixos. Para o Brasil se tornar um país e uma Nação desenvolvida, terá que investir muito mais em educação e saúde do que fez", reforçou Dilma.

             "O ministro interino da Fazenda parece se orgulhar ao dizer que 'estamos mexendo na estrutura fiscal pela primeira vez, desde 1988'. Mudar para melhor é muito bom, mas mudar para pior, prejudicando toda a nação e o país, é um desastre que não se pode admitir", concluiu. 

Do Portal Vermelho, Dayane Santos com informações de agências

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