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Sapucaia do Sul, RS, Brazil
Militante do Partido dos Trabalhadores desde 1993, membro do Diretório Municipal de Sapucaia do Sul desde 1995, Ocupou o Cargo de Diretor Geral de Relações Comunitárias na Administração Popular do PT de Sapucaia do Sul de 2009 a 2016 responsável pelo Orçamento Participativo. Ocupou cargo na Executiva do PT Secretário de Comunicação de 2007 a 2009. Criou o Jornal dos Trabalhadores, o Informativo Militante e o semanário Informes PT. De 2005 a 2007 foi Secretário de Organização período em que funcionaram 13 regionais do PT de Sapucaia e as setoriais de Juventude, Mulheres, Sindical, Educação, Comunitária. Militante da CMP e do Movimento Comunitário. Também foi Assessor nos mandatos do Vereador Bilião, da Vereadora Iara Bernardo e do Vereador Vilmar Ballin. No mandato do Vereador Ballin foi Assessor de Comunicação por dois anos e de relações comunitárias por um ano. Nelson Che também é militante do Movimento pela Reforma Política. Defende o Voto em lista fechada, a fidelidade Partidária, Fim do função revisora do Senado Federal, igualdade nos votos em todos os Estados para Deputados Federais.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

ONG denuncia torturas bárbaras em Guantánamo, Abu Graib e Afeganistão

ARTIGO | 18 JUNHO, 2008 - 17:28

Os EUA submeteram vários detidos em Guantánamo, Abu Graib (Iraque) e no Afeganistão, a descargas eléctricas, humilhações sexuais e privação do sono, segundo a ONG "Médicos pelos Direitos Humanos", radicada em Massachussets. O estudo baseia-se em entrevistas e exames médicos a onze suspeitos de terrorirmo que nunca chegaram a ser acusados formalmente, e o prefácio foi escrito pelo general António Taguba, o responsável pela investigação do exército dos EUA à prisão de Abu Graib.

Segundo o relatório da ONG, os exames médicos a onze detidos realizados exaustivamente durante dois dias, provam a existência de torturas, nomeadamente cortes, descargas eléctricas, privação do sono, humilhações sexuais, sodomia e outras, algumas delas causadoras de sofrimento prolongado. Depois das torturas, nenhum destes suspeitos foi acusado formalmente.

Apesar de referir que não pode generalizar os resultados deste estudo a todos os suspeitos de terrorismo detidos pelos EUA, a ONG sublinha que a descoberta coincide com outras investigações e como tal "é razoável concluir que estes detidos não foram os únicos torturados, sendo sim casos representativos de um maior número de presos submetidos a torturas e maus tratos enquanto permaneceram sob a custódia dos EUA".

O prefácio foi escrito pelo general António Taguba, o responsável pela investigação do exército dos EUA à prisão de Abu Graib quando em 2003 se tornaram públicas as fotografias dos abusos. "Já não restam dúvidas de que a Administração [dos EUA] actual cometeu crimes de guerra", refere o general, indagando ainda "se se pedirão contas aos que ordenaram as torturas".

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