O voto em lista derruba os maus políticos.
Farei uma simulação. Desculpem a redação, pelo excesso de numerais priorizarei por um texto digamos assim, matemático.
Hoje no atual sistema o mau político que sabe que tem um aproximadamente 800 votos em uma cidade com 100.000 eleitores, em uma câmara de vereadores com 11 parlamentares. Ele sabe que com a campanha do voto nulo e branco a soma das abstenções brancos e nulos chegarão a 20.000 votos. Logo um coeficiente eleitoral de aproximadamente 7273 votos para eleger um vereador.
O que faz então nosso vereador pilantra? Aluga uma legenda de aluguel (uma das quase 20 que existem). Convida 17 pessoas das mais variadas bases eleitorais, claro que não da sua, para concorrem a vereador, e segundo ele (dizendo ele) seu partido elegerá 3 vereadores.
Nosso pilantra sabe que os outros candidatos ninguém tem potencial eleitoral superior a 500 votos, pois é claro ele não convidou ninguém que fizesse mais voto do que ele para concorrer.
Todos os candidatos se estrebucham trabalhando, alguns compram voto, outros prometem cargos CCs, outros dão sacola econômica. No final da história todos farão os votos necessários para eleger o pilantra. O pilantra fez 700 votos o segundo mais votado fez 600 votos o menos votado fez 80 votos mas na média todos fizeram 550 votos.
Imagina agora o mesmo candidato pilantra.
Nosso pilantra aluga uma legenda de aluguel.
Filia uns 20 correligionários.
Faz uma convenção para formar a lista do partido para a Câmara com 11 candidatos.
Ele se coloca no início da lista. É claro ele não é bobo.
Coloca seus melhores amigos na segunda e terceira vagas.
convida o restante para compor as outras vagas.
Ninguém participa pois sabem que só vão trabalhar para eleger alguém que eles sabem que é pilantra.
Vamos imaginar agora um partido com fortes convicções ideológicas, seja de esquerda ou direita.
No partido, durante a convenção todos concordam que a primeira vaga deva ser do Presidente do partido, uma vez que ele por ser presidente já tinha legitimidade dentre a militância.
A segunda e terceira vagas ficaram com duas lideranças importantes de outros dois grupos minoritários dentro do partido.
Da quarta até a sétima vaga produzem um grande debate para ver quem as ocupará, já que é um importante partido e que defende as causas da sua classe social, possivelmente eleja uns 5 vereadores.
Com certeza para compor os últimos nomes da listas não faltaram lideranças emergentes ou até mesmo lideranças veteranas dispostas a compor tão somente para se somar a luta partidária.
Na hora de fazer a propaganda eleitoral, não haverão propostas esdrúxulas de candidato, em vez disso haverá uma plataforma partidária de como os vereadores daquele partido se comportarão na Câmara.
Depois de eleita a chapa partidária, todo ou toda aquele que romper com a doutrina partidária será expulso pois o mandato é do partido e não do indivíduo.
Entendeu agora a importância do voto em lista pré-ordenada.
É assim que funcionam os parlamentos na maioria dos países do mundo.
Farei uma simulação. Desculpem a redação, pelo excesso de numerais priorizarei por um texto digamos assim, matemático.
Hoje no atual sistema o mau político que sabe que tem um aproximadamente 800 votos em uma cidade com 100.000 eleitores, em uma câmara de vereadores com 11 parlamentares. Ele sabe que com a campanha do voto nulo e branco a soma das abstenções brancos e nulos chegarão a 20.000 votos. Logo um coeficiente eleitoral de aproximadamente 7273 votos para eleger um vereador.
O que faz então nosso vereador pilantra? Aluga uma legenda de aluguel (uma das quase 20 que existem). Convida 17 pessoas das mais variadas bases eleitorais, claro que não da sua, para concorrem a vereador, e segundo ele (dizendo ele) seu partido elegerá 3 vereadores.
Nosso pilantra sabe que os outros candidatos ninguém tem potencial eleitoral superior a 500 votos, pois é claro ele não convidou ninguém que fizesse mais voto do que ele para concorrer.
Todos os candidatos se estrebucham trabalhando, alguns compram voto, outros prometem cargos CCs, outros dão sacola econômica. No final da história todos farão os votos necessários para eleger o pilantra. O pilantra fez 700 votos o segundo mais votado fez 600 votos o menos votado fez 80 votos mas na média todos fizeram 550 votos.
Imagina agora o mesmo candidato pilantra.
Nosso pilantra aluga uma legenda de aluguel.
Filia uns 20 correligionários.
Faz uma convenção para formar a lista do partido para a Câmara com 11 candidatos.
Ele se coloca no início da lista. É claro ele não é bobo.
Coloca seus melhores amigos na segunda e terceira vagas.
convida o restante para compor as outras vagas.
Ninguém participa pois sabem que só vão trabalhar para eleger alguém que eles sabem que é pilantra.
Vamos imaginar agora um partido com fortes convicções ideológicas, seja de esquerda ou direita.
No partido, durante a convenção todos concordam que a primeira vaga deva ser do Presidente do partido, uma vez que ele por ser presidente já tinha legitimidade dentre a militância.
A segunda e terceira vagas ficaram com duas lideranças importantes de outros dois grupos minoritários dentro do partido.
Da quarta até a sétima vaga produzem um grande debate para ver quem as ocupará, já que é um importante partido e que defende as causas da sua classe social, possivelmente eleja uns 5 vereadores.
Com certeza para compor os últimos nomes da listas não faltaram lideranças emergentes ou até mesmo lideranças veteranas dispostas a compor tão somente para se somar a luta partidária.
Na hora de fazer a propaganda eleitoral, não haverão propostas esdrúxulas de candidato, em vez disso haverá uma plataforma partidária de como os vereadores daquele partido se comportarão na Câmara.
Depois de eleita a chapa partidária, todo ou toda aquele que romper com a doutrina partidária será expulso pois o mandato é do partido e não do indivíduo.
Entendeu agora a importância do voto em lista pré-ordenada.
É assim que funcionam os parlamentos na maioria dos países do mundo.
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